“Garoto pobre que está sempre com a mesma roupa velha e antiga (calça e camisa remendada, um par de sapatos sujos – que teriam sido do Seu Madruga – e um gorro verde na cabeça), Chaves passa a maior parte do tempo brincando e atormentando a vida da vizinhança, às vezes, sem querer, querendo. Mas a verdade é que ninguém tem paciência come ele”.
O Carlos Eduardo Moura (que eu não conheço), amigo da Bia, propôs a ela, que fez e depois propôs a mim, que abrisse o livro mais próximo na página 161 (ou qualquer outra) e postasse a quinta frase completa (ou qualquer outra) no blog.
Taí, acima, o segundo parágrafo da página 94 do livro-reportagem “Chaves, foi sem querer querendo?”, de Luís Joly, Fernando Thuler e Paulo Franco.

Como deu pra ver, não segui à risca as instruções (só as entre parênteses). Mas agora é a vez do Jão, do Baiano, do Pedrão e da Ana fazerem o mesmo.
Só um adendo; Ganhei este livro no natal de 2005, com a seguinte dedicatória: “Ao meu Chaves… Para aumentar ainda mais a sua gama de conhecimento inútil. Te amo. Ana, dez/2005″.
Conhecimento inútil? Aonde?



4 Comentários
Terça-feira, 06 Novembro, 2007 às 9:26 pm
Só quando você fizer o post que pedi.
Terça-feira, 06 Novembro, 2007 às 9:34 pm
Eu vou, Jão…prometo!
Terça-feira, 13 Novembro, 2007 às 7:29 pm
eu num cheguei na página do livro que eu estou lendo! mas qdo chegar… posta-lo-ei!!
“A canção do mago – a trajetória musical de Paulo Coelho”
Sábado, 17 Novembro, 2007 às 3:15 pm
[...] um restaurante famoso, fazedor de macarrão e aprendiz de açougueiro na Toscana, de Bill Buford. O Léo me passou a brincadeira de abrir o livro mais próximo na página 161 (ou qualquer outra) e [...]