Terça-feira, 06 Novembro, 2007...9:11 pm

Na página 161 (ou qualquer outra)

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“Garoto pobre que está sempre com a mesma roupa velha e antiga (calça e camisa remendada, um par de sapatos sujos – que teriam sido do Seu Madruga – e um gorro verde na cabeça), Chaves passa a maior parte do tempo brincando e atormentando a vida da vizinhança, às vezes, sem querer, querendo. Mas a verdade é que ninguém tem paciência come ele”.

O Carlos Eduardo Moura (que eu não conheço), amigo da Bia, propôs a ela, que fez e depois propôs a mim, que abrisse o livro mais próximo na página 161 (ou qualquer outra) e postasse a quinta frase completa (ou qualquer outra) no blog.

Taí, acima, o segundo parágrafo da página 94 do livro-reportagem “Chaves, foi sem querer querendo?”, de Luís Joly, Fernando Thuler e Paulo Franco.

Chaves, foi sem querer querendo?

Como deu pra ver, não segui à risca as instruções (só as entre parênteses). Mas agora é a vez do Jão, do Baiano, do Pedrão e da Ana fazerem o mesmo.

Só um adendo; Ganhei este livro no natal de 2005, com a seguinte dedicatória: “Ao meu Chaves… Para aumentar ainda mais a sua gama de conhecimento inútil. Te amo. Ana, dez/2005″.

Conhecimento inútil? Aonde?

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